Prepare-se para lucrar com eventos sazonais

2 de março de 2012

Para ficar alinhado ao calendário de promoções sazonais, especialistas aconselham a elaboração de um bom planejamento para evitar prejuízos. Foto: Shutterstock/Especial para Terra

Foto: Shutterstock/Especial para Terra

Para ficar alinhado ao calendário de promoções sazonais, especialistas aconselham a elaboração de um bom planejamento para evitar prejuízos
As datas comemorativas, como Páscoa, Dia das Mães, Natal, são períodos que podem representar uma boa lucratividade adicional para o comércio e para a indústria. Para o Gustavo Carrer, consultor do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP), todo empreendedor deveria ao menos estudar as possibilidades que esses eventos comemorativos podem trazer. “O empresário deve estar sempre atento ao calendário promocional. Ele pode encontrar boas oportunidades de negócio com essas datas, fazendo uma promoção temática ou oferecendo produtos relacionados ao evento.”

No setor de alimentação, a Páscoa aparece como uma das mais tradicionais datas do calendário promocional. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab), em 2011 foram produzidas 18 mil toneladas de chocolate durante a Páscoa, representando um aumento de 7% em relação ao mesmo período de 2010.

Para 2012, o mercado continua com expectativas de dar água na boca de qualquer empreendedor. Segundo a Abricab, desde fevereiro, mais de 800 mil pontos de venda estão recebendo cerca de 80 milhões de ovos. Para suprir a demanda que o setor gera durante o período que antecede Páscoa até o dia da comemoração, foram geradas mais 20 mil vagas de empregos temporários (o dado se refere somente às empresas associadas à Abicab).

Como se preparar
Não basta apenas querer participar do calendário de boas datas para o comércio – é necessário preparação. O planejamento, observação do mercado e análise da situação financeira do negócio são ingredientes essenciais para o sucesso com as ações. Segundo especialistas, o estabelecimento precisa ser preparado com no mínimo 60 dias de antecedência.

De acordo com o consultor do Sebrae-SP, para começar, será necessário fazer uma análise de investimento e do público-alvo. “O empreendedor tem que fazer uma pesquisa dentro da própria clientela. Ou, simplesmente, fazer um teste. Incluir produtos novos relacionados à data e ver se o público aceita. Mas com cautela, para que não haja prejuízo”, aconselha o Carrer. “Como é um tiro no escuro, às vezes ele pode investir uma alta quantia na novidade e pode acabar faltando verba para a compra dos produtos que já são fidelizados ao empreendimento.” Para quem está se iniciando, uma boa estratégia, segundo ele, pode ser “entrar com mais cautela nesse ano e, se perceber que é rentável, entrar com toda força no próximo”.

Divulgação é umas das vertentes mais importantes de um negócio, e isso também vale para as datas específicas. Para Fernando Campora, sócio-diretor do Grupo Cherto, consultoria especializada no desenvolvimento e implementação de estratégias de canais de marketing e distribuição, o empreendedor precisa fazer uma boa propaganda com os clientes, mostrando que aquele comércio também oferece um belo presente para o Dia dos Namorados, por exemplo. “Ele deve informar ao público que passou a fornecer produtos especiais para datas especiais. Não adianta só colocar nas prateleiras; tem de divulgar de alguma forma.”

Fonte: Cross Content – Especial para o portal Terra


Utilize a abordagem de coaching na Consultoria de Campo e obtenha melhores resultados!

20 de setembro de 2011

Utilize a abordagem de coaching na Consultoria de Campo e obtenha melhores resultadosData: 8 e 9 de Novembro de 2011
Horário: das 8h30 às 18h00
Local: Mercure São Paulo Central Towers
Rua Maestro Cardim, 407 – Paraíso

O curso, destinado a Consultores de Campo e Gestores de Redes de Franquias e Negócios, visa potencializar a percepção dos participantes para que construam e adotem uma nova postura que, alicerçada nos princípios do Coaching, trará mais eficiência e valor agregado à Consultoria de Campo.

Essa nova postura possibilitará que o Consultor de Campo desenvolva um diferencial competitivo utilizando conceitos e técnicas de Coaching, encoraje os franqueados a comprometerem-se com seu próprio sucesso, contribua para que os franqueados enxerguem e estabeleçam com mais clareza suas metas e assumam a responsabilidade de agir na direção dessas metas por eles estabelecidas.

Conteúdo

  • Coaching: conceitos essenciais,
  • modelos e ferramentas
  • Estágios da mudança
  • Papéis: consultor  – auditor – coach
  • Mudança na forma de pensar (mind)
  • Novo chapéu – nova postura
  • Reciprocidade
  • Passos básicos para mudança efetiva
  • Simulação e dinâmicas vivenciais

Investimento R$ 1.800,00*
*Para pagamentos à vista é concedido o desconto de 5%

Informações e inscrições:


Episódios 2, 3, 4 e 5 da série “Os 7 Pecados Capitais do Franchising”

19 de maio de 2011

Acompanhem a série, apresentada por Marcelo Cherto, nos links abaixo:

Episódio 2 – GULA

A obsessão distorcida e o consumo compulsivo são características do pecado da Gula. No segmento de franchising podemos traduzir a Gula como a vontade desmedida pelo crescimento rápido. Como evitar esse pecado para não ter uma rede de franquias com crescimento desordenado e insustentável?

Episódio 3 – SOBERBA

A Soberba envolve os sentimentos de arrogância, presunção e vaidade e leva ao egocentrísmo. O mundo do franchising não está livre desse pecado, o que é um contra-senso, já que o sistema de franquias é baseado em parcerias. Franqueadores ou franqueados que se deixam levar pela Soberba deviam pensar se estão no modelo de negócio certo. Será que você é um deles?

Episódio 4 – AVAREZA

Na parceria que deve existir entre franqueador e franqueado não há espaço para o pecado da Avareza, quando UM acaba levando vantagem sobre o outro. Para que uma rede de franquias tenha sucesso é preciso que os dois lados saiam ganhando — mas como FAZER para que esse equilíbrio sempre aconteça?

Episódio 5 – INVEJA

Ter Inveja é querer o que o outro tem, ou pior ainda, desejar que o outro não tenha o que tem. No mundo das franquias, a Inveja pode se manifestar em todos os níveis de relacionamento dentro da Rede e, até mesmo, fora dela.

*Caso encontre dificuldades para assistir os vídeos, experimente clicar sobre a opção HD na barra de controle, para desativá-la.


Os 7 Pecados Capitais do Franchising – Episódio 1: Ira

19 de abril de 2011

Veja em primeira mão o episódio 1 da série “Os 7 Pecados Capitais do Franchising”, com apresentação de Marcelo Cherto.

A Ira significa a perda da razão. No mundo do franchising, formado basicamente por pequenos e médios negócios, muitas vezes a emoção toma conta dos empreendedores e leva ao pecado da Ira. Como cuidar para que esse tipo de situação não aconteça na sua rede? Assista ao primeiro episódio da série os 7 Pecados Capitais do Franchising e saiba o que grandes nomes do franchising brasileiro como Miguel Krigsner, da rede O Boticário, Cristina Franco, do Grupo Multi e Robinson Shiba, do Grupo Trend Foods, tem a dizer sobre a Ira na relação entre franqueadores e franqueados.


54ª Franchising University

7 de fevereiro de 2011

A Franchising University é um curso intensivo de Formação de Executivos em Franchising onde são explorados todos os aspectos relevantes do sistema de franquias. O conteúdo envolve o funcionamento completo de uma rede, desde a estratégia inicial de expansão à implantação e gestão da mesma. Além de conceitos teóricos, como aspectos legais e estrutura financeira, o curso compreende cases de sucesso, com a participação de especialistas de diversos segmentos, permitindo a troca de experiências entre os participantes e a visualização prática do conteúdo apresentado. O curso conta com consultores do Grupo Cherto e com profissionais do segmento, trazendo diferentes visões do mercado.

No último dia do curso será realizada a visita a uma empresa franqueadora para ver na prática como funciona uma operação de franchising bem estruturada. Trata-se da melhor oportunidade para conhecer tanto em tão pouco tempo sobre o Franchising.

Data: 28 de março a 01 de abril.
Local: Hotel Mercure.
Endereço:
Alameda Itu, 1151 – Cerqueira César – São Paulo.
Informações e inscrições


Concorra a uma vaga no curso “Como estruturar e gerir uma Consultoria de Campo”

3 de novembro de 2010

Dias 9 e 10 de novembro, acontecerá em São Paulo o nosso curso “Como estruturar e gerir uma Consultoria de Campo”. Quer ganhar uma vaga? É muito fácil!

1. Siga o perfil @cherto no Twitter.

2. Retuite para seus seguidores (RT) a seguinte mensagem, com a respectiva URL:

Quero ganhar uma vaga para o curso “Como estruturar e gerir uma Consultoria de Campo” da @cherto! http://wp.me/pTbVJ-1f

* Este curso é parte do programa de nossa Academia de Negócios.

** As despesas de deslocamento e hospedagem são por conta do participante.

*** O resultado do sorteio será divulgado no dia 05/11 às 16:00 no twitter @cherto. O ganhador será avisado também por DM e deverá entrar em contato conosco imediatamente para efetivar a sua inscrição no curso.


Como se tornar um empreendedor melhor

4 de agosto de 2010

Esse é o primeiro de uma série de vídeos curtos que o site Pequenas Empresas & Grandes Negócios produziu, abordando temas que interessam ao empresário que está começando um negócio. O empreendedor Danny Guimarães, que está abrindo um quiosque de comida japonesa no Rio de Janeiro, levanta a dúvida: como ser um empreendedor melhor e errar menos no começo da empresa? Marcelo Cherto responde.

Link para a matéria no site PEGN.


Não reinvente a roda: copie e adapte

14 de julho de 2010

De forma geral, as maiores oportunidades para uma empresa se diferenciar e crescer estão em fazer o que a organização já faz, mas de um jeito um pouco diferente. Como? Por exemplo, copiando e adaptando o que dá certo em empresas de outros ramos.

Num estudo publicado anos atrás, o consultor Chuck Lucier comprovou que apenas quatro idéias copiadas e transpostas de um segmento para o outro foram responsáveis por ao menos 80% dos “negócios inovadores” criados nos EUA entre 1965 e 1995. Cada uma dessas idéias fez sucesso, primeiro, num determinado ramo. Digamos na venda de alimentos. E, aos poucos, foi sendo reaplicada em outros segmentos, como venda de artigos de escritório, de eletro-eletrônicos, de material de construção e assim por diante. Se você analisar a fundo, vai se dar conta de que muitos negócios altamente inovadores, na realidade, são “reinterpretações” de modelos que deram certo em outros mercados.

Para comprovar que pratico o que prego, a Franchise Store, a bem sucedida loja física que comercializa franquias de mais de 60 marcas que meus sócios Fernando Campora, Filomena Garcia e eu implantamos em São Paulo há cerca de um ano  –  foi inspirada nas agências imobiliárias e nos private banks que existem aos montes. E, de certa forma, também nas feiras de franquias. Inovador não foi oferecer várias opções de negócio num único ambiente. Inovador foi usar esse modelo para comercializar franquias, em lugar de imóveis ou fundos de investimento. E num ambiente que, ao contrário das feiras, funciona o ano inteiro.

Na maioria dos casos, adaptar conceitos, modelos e formas de atuar cujo sucesso já foi comprovado em outros tipos de empresa é mais barato, mais fácil de implementar e menos arriscado do que criar formas de atuação ou conceitos de negócio inteiramente novos. Até mesmo porque, cá para nós, não existem diferenças substanciais entre um supermercado, uma loja de roupas, uma usina de concreto, uma escola e um hospital.

O segredo do sucesso está em saber o que imitar, o que adaptar e o que alterar radicalmente. Além, é claro, de ter a equipe certa, capacitada e gerida da forma correta para executar  – com disciplina e disposição para fazer acontecer -  os processos necessários a transformar os “inputs” necessários (sejam tecidos, cimento, remédios, pessoas, idéias, papel, energia, conhecimento, etc.) em “outputs” (roupas, sapatos, pizzas, livros, softwares, projetos, edifícios ou o que sejam)  que tenham valor aos olhos de uma quantidade razoável de consumidores, de tal forma que estes se disponham não só a adquirir esses “outputs”, como também a pagar por eles mais do que custa, à organização, para produzi-los, comercializá-los e entregá-los.

Ou seja: é na Gestão que está o segredo do sucesso. O resto é o resto.

Marcelo Cherto


Quando a fraqueza vira força

22 de junho de 2010

Minha amiga Mara Gabrilli ficou tetraplégica aos 26 anos, vítima de um acidente de carro. Isso foi há 15 anos. Desde então, não move um único músculo do pescoço para baixo. Ainda assim, é vereadora em São Paulo, onde já foi Secretária Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida. Também faz palestras, escreve artigos e comanda uma ONG que apóia dezenas de atletas portadores das mais diversas deficiências.  E uma vez me disse que tem certeza de que voltará a andar… mas que não vai esperar que isso aconteça para ser feliz.

Mara usa sua condição  – aliada a um charme descomunal, um raciocínio muito rápido, uma capacidade de articulação invejável e um sorriso que amolece o coração mais duro –  para fazer um belo trabalho lutando pelos que são como ela. E tem conquistado muitos direitos para os portadores de deficiência, tornando melhor a vida de milhares de pessoas.

As irmãs Cabral são anãs. Adriana tem 1,20m e Mila tem 1,30m. As duas tiveram uma sacada genial: criaram, no Shopping Eldorado, em São Paulo, a Casinha Pequenina, uma loja especializada em miniaturas, da qual sou cliente. Elas sabem que duas irmãs anãs que vendem miniaturas é uma estratégia de marketing imbatível. Sua loja é um sucesso e já foi assunto de muitas matérias em jornais e revistas. Até no programa do Jô Soares elas foram entrevistadas.

Anos atrás, quando visitei o Centrinho de Bauru, como é chamado carinhosamente o Hospital de Pesquisa e Reabilitação de Lesões Lábio Palatais que integra o campus da USP – Universidade de São Paulo naquela cidade paulista e é uma referência internacional nas áreas de fissura lábio-palatina e deficiências auditivas, conheci uma Fonoaudióloga surda, cujo nome infelizmente não me recordo. Você leu certo: uma Fonoaudióloga surda. Ela aprendeu a falar e se comunica com tal desembaraço que eu julguei que estava falando com uma estrangeira, que falava o Português com um certo sotaque indefinido.

O fato de ser portadora dessa deficiência não só torna a moça capaz de diagnosticar com precisão os problemas de seus pacientes  – na maioria crianças e adolescentes – como gera uma empatia enorme entre estes (e seus pais) e a profissional, vista por eles como a prova viva de que é possível ser produtivo, feliz e realizado, mesmo sendo portador de uma deficiência séria.

Agora que você conhece esses três casos reais, sugiro que reflita sobre o que pode fazer para transformar tudo o que possa parecer ser uma franqueza, sua ou de sua empresa, numa tremenda vantagem competitiva.

Marcelo Cherto


Design Thinking – você ainda vai ouvir falar muito nisso

26 de maio de 2010

Sempre fui um apaixonado por Design. Nos museus que visito, a seção onde passo mais tempo é a dedicada ao tema. E, nos últimos tempos, venho estudando a fundo algo que tem e não tem a ver com isso: o Design Thinking. Tem a ver, porque é o método que as boas empresas do ramo (como a IDEO, por exemplo) usam para criar os objetos que desenvolvem. E não tem a ver porque seu alcance vai muito além do desenho de coisas.

Trata-se de uma metodologia para resolver problemas complexos e descobrir novas oportunidades e a forma mais efetiva de aproveitá-las. Um processo que qualquer empresa pode utilizar. Inclusive sua, caro leitor.

Meio sem querer, é a forma como a equipe de consultoria da Cherto trabalha há algum tempo. Não por mérito meu, mas porque Fernando Campora, nosso Chief Consulting Officer, sempre insistiu que seu time encare o início de cada projeto como uma folha de papel em branco, sem se deixar limitar por pré-julgamentos, sem ter em mente uma hipótese pré-estabelecida a comprovar e, em certos casos, até deixando de lado, temporariamente, o briefing do cliente. Afinal, como já disse Gilberto Gil, “o povo sabe o que quer, mas também quer o que não sabe”.

E no que essa metodologia se diferencia das utilizadas pela vasta maioria das empresas para resolver problemas? No Design Thinking, é quase proibido alguém bancar o advogado do diabo na fase inicial do processo de busca da solução. Estimula-se o time envolvido a “pensar fora da caixa”, buscando e analisando, sem censura prévia, o máximo possível de alternativas, antes de se fixar em uma ou duas delas. Sempre tendo o usuário ou beneficiário final como o centro de todas as considerações.

Estranhamente, tentei encontrar, aqui no Brasil, um bom curso a respeito do assunto… e nada.

Já na Universidade de Stanford, nos EUA, foi criada não uma matéria dedicada ao tema, mas toda uma escola, a d.school (http://www.stanford.edu/group/dschool/index.html), que se propõe a ser um ambiente em que estudantes e professores de engenharia, medicina, administração, educação e outras escolas possam aprender e praticar o Design Thinking, trabalhando juntos para resolver grandes problemas com a visão do ser humano como o centro de tudo.

Por essas e outras, estou convencido de que, se você ainda não havia ouvido falar em Design Thinking, não se preocupe. Daqui para a frente isso vai mudar.

Marcelo Cherto


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